Somos alunas do Colégio Diocesano Dom Bosco- Petrolina-PE 2º ano “B”; Este é o nosso trabalho de Literatura da Profª: Vera Cezar; Iremos apresentar curiosidades e características sobre a vida de Tarsila do Amaral.
domingo, 23 de março de 2014
sábado, 22 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Curiosidades!
quinta-feira, 20 de março de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
Curiosidades!
Catálogo Raisonné de Tarsila
Foram catalogadas 2132 obras. O catálogo Raisonné representa uma catalogação geral da obra da pintora, e foi patrocinado pela Petrobrás e com parceria com o estado de São Paulo.
O livro foi lançado em 2008 e está à venda nas livrarias. O conteúdo está à disposição no Site WWW.base7.com.br/tarsila .
terça-feira, 18 de março de 2014
Obras de Tarsila do Amaral
-As principais características das obras de Tarsila eram o uso de cores
vivas, tinha influência do cubismo, fazia abordagens de temas sociais,
cotidianos e paisagens do Brasil, ainda usava uma estética fora de padrão, que
era influencia do surrealismo na fase antropofágica.
Sua história ficou marcada devido a grandiosidade e
importância de seu conjunto artístico, onde à tornou uma das grande figura
artística do Brasil de todos os tempos.a sua primeira obra foi o ‘’sagrado o coração
de jesus’’.
Telas:
“Minha força vem da lembrança da infância na fazenda, de correr e subir em árvores. E das histórias fantásticas que as empregadas negras me contavam.”
Tarsila do Amaral
Coração de Jesus (1926)
A Lua (1928)- Este quadro era o
preferido de Oswald de Andrade, seu marido quando pintou a tela. Ele conservou
o quadro até sua morte (mesmo já separado de Tarsila).
A Negra (1923)- Esta
tela foi pintada por Tarsila em Paris, enquanto tomava aulas com Fernand Léger.
A tela o impressionou tanto que ele a mostrou para todos os seus alunos,
dizendo que se tratava de um trabalho excepcional. Em A Negra temos elementos
cubistas no fundo da tela e ela também é considerada antecessora da
Antropofagia na pintura de Tarsila. Essa negra de seios grandes,fez parte da
infância de Tarsila, pois seu pai era um grande fazendeiro, e as negras,
geralmente filhas de escravos, eram as amas-secas, espécies de babás que
cuidavam das crianças.
Abaporu (1928)- Este é
o quadro mais importante já produzido no Brasil. Tarsila pintou um quadro para
dar de presente para o escritor Oswald de Andrade, seu marido na época. Quando
viu a tela, assustou-se e chamou seu amigo, o também escritor Raul Bopp.
Ficaram olhando aquela figura estranha e acharam que ela representava algo de
excepcional. Tarsila lembrou-se então de seu dicionário tupi-guarani e
batizaram o quadro como Abaporu (o homem que come). Foi aí que Oswald escreveu
o Manifesto Antropófago e criaram o Movimento Antropofágico, com a intenção de
"deglutir" a cultura européia e transformá-la em algo bem brasileiro.
Este Movimento, apesar de radical, foi muito importante para a arte brasileira
e significou uma síntese do Movimento Modernista brasileiro, que queria modernizar
a nossa cultura, mas de um modo bem brasileiro. O "Abaporu" foi a
tela mais cara vendida até hoje no Brasil, alcançando o valor de US$1.500.000.
Foi comprada pelo colecionador argentino Eduardo Costantini.
Antropofagia (1929) - Nesta tela temos a junção do "Abaporu" com "A
Negra". Este aparece invertido em relação ao quadro original. Trata-se
de uma das telas mais significativas de Tarsila e o colecionador Eduardo
Costantini, dono do "Abaporu", está muito interessado no quadro e
já ofereceu uma soma muito alta por ele (que foi recusada pelos atuais
donos).
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Chapéu Azul (1922)- Esta tela foi realizada
depois de Tarsila frequentar o ateliê de Emile Renard. As telas dessa época
possuem uma grande suavidade e uma atmosfera lírica.
Cartão Posta
Pátio com Coração de Jesus (1921)
O Lago (1928)- Maravilhosa
tela da fase Antropofágica, com o colorido e o tema tão típicos de Tarsila. Seu
sobrinho Sérgio comprou a tela e permaneceu com ela por muitos anos.
O Pescador (1925)- Este quadro tem um colorido excepcional e trata de um tema
bem brasileiro: um pescador num lago em meio a uma pequena vila com casinhas e
vegetação típica. Este quadro foi exposto em Moscou, na Rússia em 1931 e foi
comprado pelo governo russo.
Religião Brasileira
(1927)- Certa vez Tarsila chegou de viagem da Europa, desembarcou no
porto de Santos e foi comprar doces caseiros em uma casinha bem simples de
pescadores. Ao entrar observou um pequeno altar com vários santinhos,
enfeitados por vasinhos e flores de papel crepom. Achou aquilo tão pitoresco e
pintou esta maravilhosa tela.
Dentre outras telas pintadas por Tarsila estão:
Vendedor de Frutas
(1925)
Caipirinha (1923)-
Paisagem com Touro (1925)
A Família (1925)
A Feira I (1924)
Morro da Favela (1924)
A Cuca (1924)-Tarsila pintou este quadro no começo de 1924 e
escreveu à sua filha dizendo que estava fazendo uns quadros "bem
brasileiros", e a descreveu como "um bicho esquisito, no meio do
mato, com um sapo, um tatu, e outro bicho inventado". Este quadro é
também considerado um prenúncio da Antropofagia na obra de Tarsila e foi
doado por ela ao Museu de Grenoble na França.
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Natureza-morta com relógios (1923)
Estudo (Nú) (1923)
Retrato de Oswald de Andrade (1923)
Palmeiras (1925)
Rio de Janeiro (1923)
Romance (1925)
São Paulo – Gazo (1924)
São Paulo (1924)
Manteau Rouge (1923)
“Eu invento tudo na minha pintura. E o que eu vi ou senti, eu estilizo.”
Tarsila do Amaral
segunda-feira, 17 de março de 2014
domingo, 16 de março de 2014
Vida e obra de Tarsila do Amaral
Tarsila do Amaral nasceu em 1 de
setembro de 1886, no Município de Capivari, interior do Estado de São Paulo.Estudou em São Paulo, no Colégio Sion
e depois em Barcelona, na Espanha, onde fez seu primeiro quadro, 'Sagrado
Coração de Jesus', 1904. Quando voltou, casou-se com André Teixeira Pinto, com
quem teve a única filha, Dulce.
Separaram-se alguns anos depois e
então iniciou seus estudos em arte. Começou com escultura, com Zadig, passando
a ter aulas de desenho e pintura no ateliê de Pedro Alexandrino em 1918, onde
conheceu Anita Malfatti. Em 1920, foi estudar em Paris, na Académie Julien e
com Émile Renard. Ficou lá até junho de 1922 e soube da Semana de Arte Moderna
(que aconteceu em fevereiro) através das cartas da amiga Anita Malfatti. Quando
voltou ao Brasil, Anita a introduziu no grupo modernista e Tarsila começou a
namorar o escritor Oswald de Andrade. Formaram o grupo dos cinco: Tarsila,
Anita, Oswald, o também escritor Mário de Andrade e Menotti Del Picchia.
Agitaram culturalmente São Paulo com reuniões, festas, conferências. Tarsila
disse que entrou em contato com a arte moderna em São Paulo, pois antes ela só
havia feito estudos acadêmicos. Em dezembro de 22, ela voltou a Paris e Oswald
foi encontrá-la.
Em 1923 que ela estudou com o mestre
cubista Fernand Léger e pintou em seu ateliê, a tela 'A Negra'. Léger ficou
entusiasmado e até chamou os outros alunos para ver o quadro. A figura da Negra
tinha muita ligação com sua infância, pois essas negras eram filhas de escravos
que tomavam conta das crianças e, algumas vezes, serviam até de amas de leite.
Com esta tela, Tarsila entrou para a história da arte moderna brasileira.
Tarsila disse que foi em Minas que ela
viu as cores que gostava desde sua infância, mas que seus mestres diziam que
eram caipiras e ela não devia usar em seus quadros. 'Encontei em Minas as cores
que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Mas
depois vinguei-me da opressão, passando-as para as minhas telas: o azul
puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, ...' E essas cores
tornaram-se a marca da sua obra, assim como a temática brasileira, com as
paisagens rurais e urbanas do nosso país, além da nossa fauna, flora e
folclore. Ela dizia que queria ser a pintora do Brasil. E esta fase da sua obra
é chamada de Pau Brasil, e temos quadros maravilhosos como 'Carnaval em
Madureira', 'Morro da Favela', 'EFCB', 'O Mamoeiro', 'São Paulo', 'O Pescador',
dentre outros.
Em janeiro de 1928, Tarsila queria dar
um presente de aniversário especial ao seu marido, Oswald de Andrade. Pintou o
'Abaporu'. Quando Oswald viu, ficou impressionado e disse que era o melhor
quadro que Tarsila já havia feito. Chamou o amigo e escritor Raul Bopp, que
também achou o quadro maravilhoso. Eles acharam que parecia uma figura
indígena, antropófaga, e Tarsila lembrou-se do dicionário Tupi Guarani de seu
pai. Batizou-se o quadro de Abaporu, que significa homem que come carne humana,
o antropófago. E Oswald escreveu o Manifesto Antropófago e fundaram o Movimento
Antropofágico. A figura do Abaporu simbolizou o Movimento que queria deglutir,
engolir, a cultura européia, que era a cultura vigente na época, e
transformá-la em algo bem brasileiro. Outros quadros desta fase
Antropofágica são: 'Sol Poente', 'A Lua', 'Cartão Postal', 'O Lago',
'Antropofagia', etc. Nesta fase ela usou bichos e paisagens imaginárias, além
das cores fortes.
Em 1929 Tarsila fez sua primeira
Exposição Individual no Brasil, e a crítica dividiu-se, pois ainda muitas pessoas
ainda não entendiam sua arte. Ainda neste ano de 1929, teve a crise da bolsa de Nova Iorque e a crise do café no Brasil, e assim a realidade de Tarsila mudou. Seu pai perdeu muito dinheiro, teve as fazendas hipotecadas e ela teve que trabalhar. Separou-se de Oswald.
Ela sensibilizou-se com a causa operária e
foi presa por participar de reuniões no Partido Comunista Brasileiro com o
namorado Osório Cesar. Depois deste episódio, nunca mais se envolveu com política. Em 1933
pintou a tela 'Operários'. Desta fase Social, temos também a tela 'Segunda
Classe'. A temática triste da fase social não fazia parte de sua personalidade
e durou pouco em sua obra.
Ela trabalhou como colunista nos
Diários Associados por muitos anos, do seu amigo Assis Chateaubriand. Em 1950,
ela voltou com a temática do Pau Brasil e pintou quadros como 'Fazenda',
'Paisagem ou Aldeia' e 'Batizado de Macunaíma'. Em 1949, sua única neta Beatriz
morreu afogada, tentando salvar uma amiga em um lago em Petrópolis.
Tarsila participou da I Bienal de São
Paulo em 1951, teve sala especial na VII Bienal de São Paulo, e participou da
Bienal de Veneza em 1964. Em 1969, a mestra em história da arte e curadora
Aracy Amaral realizou a Exposição, 'Tarsila 50 anos de pintura'. Sua filha
faleceu antes dela, em 1966.
Tarsila faleceu em janeiro de 1973.
sábado, 15 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
Curiosidades!
Tarsila ficou amiga de Chico Xavier nos anos 60, depois da morte de sua única filha, Dulce, que morreu em 1966 de diabetes.
Beatriz, a única neta de Tarsila já tinha falecido no final dos anos 40, afogada. Chico Xavier trouxe a ela muita paz espiritual. Eles trocavam muitas cartas e sempre que estava em São Paulo, Chico visitava Tarsila.
quinta-feira, 13 de março de 2014
¿Porquê do título?
Tarsila adorava bichos. Ela tinha 40 gatos quando criança na fazenda onde morava. Uma delas uma gatinha branca,que se chamava Falena, o seu xodó.Então resolvemos introduzir essa curiosidade ao nosso blog ou melhor ao título para assim mostrar cada vez mais curiosidades da vida de Tarsila do Amaral.
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